Ações Pastorais

Batismo

O batismo é o nascimento. Como a criança que nasce depende dos pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece. No batismo, a Igreja reunida celebra a experiência de sermos dependentes, filhos de Deus. Por meio desse sacramento, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal de que Deus cuida de nós.
O santo batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta da vida no Espírito, que abre o acesso aos demais sacramentos. Por meio dele, somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornamo-nos membros de Cristo, incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão: "Baptismus est sacramentum regenerationis per aquam in verbo (o batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra)".
Quando recebemos o sacramento do batismo, transformamo-nos de criaturas para filhos amados de Deus. Muitos pensam que os sacramentos em geral são obras eclesiásticas, ou seja, "invenções" da Igreja. Isso não é verdade, os sacramentos são, sem sombra de dúvidas, criados por Jesus Cristo, o próprio Deus Encarnado.
O profeta João Batista, primo de Jesus, que veio ao mundo para preparar os caminhos para a vinda do Messias, foi quem batizou as pessoas para a vinda de Cristo (cf. Mc 1,2s). Ele sabia que o seu batismo era temporário, pois logo depois dele viria seu primo Jesus, que batizaria no Espírito Santo, ou seja, o profeta batizava com água e Jesus batizava com o Espírito Santo. A Bíblia sugere o batismo de todos, o que inclui as crianças.
Disse-lhes Pedro: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo" (Atos 2, 38-39). "A promessa diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe - a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar."

O Santo Batismo é o fundamento de toda a vida cristã

O batismo é o nascimento. Como a criança que nasce depende dos pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece. No batismo, a Igreja reunida celebra a experiência de sermos dependentes, filhos de Deus. Por meio desse sacramento, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal de que Deus cuida de nós.O santo batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta da vida no Espírito, que abre o acesso aos demais sacramentos. Por meio dele, somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornamo-nos membros de Cristo, incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão: "Baptismus est sacramentum regenerationis per aquam in verbo (o batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra)".Quando recebemos o sacramento do batismo, transformamo-nos de criaturas para filhos amados de Deus. Muitos pensam que os sacramentos em geral são obras eclesiásticas, ou seja, "invenções" da Igreja. Isso não é verdade, os sacramentos são, sem sombra de dúvidas, criados por Jesus Cristo, o próprio Deus Encarnado.O profeta João Batista, primo de Jesus, que veio ao mundo para preparar os caminhos para a vinda do Messias, foi quem batizou as pessoas para a vinda de Cristo (cf. Mc 1,2s). Ele sabia que o seu batismo era temporário, pois logo depois dele viria seu primo Jesus, que batizaria no Espírito Santo, ou seja, o profeta batizava com água e Jesus batizava com o Espírito Santo. A Bíblia sugere o batismo de todos, o que inclui as crianças.Disse-lhes Pedro: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo" (Atos 2, 38-39). "A promessa diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe - a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar."

Quando o Batismo é válido?

O batismo é ordinariamente válido quando o ministro (bispo, presbítero ou diácono) - ou em caso de necessidade qualquer pessoa batizada - derrame água sobre o batizando, enquanto diz: "N..., eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Isso supõe a fé em Jesus Cristo, pois sem a fé o batismo não passa de uma encenação.

Não só o batismo na Igreja Católica é válido, pois aqueles realizados em crianças ou adultos em algumas outras igrejas também o é. Batizam validamente: as Igrejas Orientais; a Igreja Vetero-Católica; a Igreja Episcopal (Anglicana) do Brasil; a Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB); a Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB); e a Igreja Metodista.

O batismo, em outras Igrejas, é válido se realizado com águas e na mesma fé, utilizando a fórmula trinitária. Por razões teológicas, ou pelo sentido que dão ao sacramento, a Igreja Católica tem reservas quanto à validade do batismo realizado em algumas Igrejas e o considera inválido quando realizado em certas expressões religiosas.

Jesus disse aos discípulos: "Vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês" (cf. Mt 28,19-20). O Cristo Ressuscitado envia sua Igreja ao mundo, pois a salvação é oferecida a todos.

Para ser salvo, é preciso ter fé em Jesus e segui-Lo, mas ninguém O segue sozinho. Pelo batismo, passamos a fazer parte da comunidade dos seguidores de Jesus, participantes da vida de Deus, que é Pai, Filho e Espírito Santo. O batismo é um dom de Deus para nós, dom que nos torna filhos amados, e não apenas simples criaturas. Ele nos mostra que fomos feitos para a comunhão com Aquele que é o Senhor de tudo e com os nossos irmãos, incluindo aquelas que acreditam em Jesus Cristo, mas não são católicos como nós.

São Paulo nos diz: "Pois todos vocês, que foram batizados em Cristo, se revestiram de Cristo. Não há mais diferenças entre judeu e grego, entre escravo e homem livre, entre homem e mulher, pois todos vocês são um só em Jesus Cristo" (Gl 3,27-28)

Para que existe o Batismo?

Adão e Eva pecaram gravemente, desobedecendo a Deus, querendo ser iguais a Ele. Foram, por isso, expulsos do Paraíso, passaram a sofrer e morreram. Deus os castigou e transmitiu a todos os filhos de Adão, ou seja, a todos os homens, o pecado original. Mas o Senhor prometeu a Adão e Eva que enviaria Seu próprio Filho, segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que seria igualmente homem, para morrer na Cruz e pagar assim o pecado de Adão e Eva e todos os outros pecados.

Não basta, entretanto, que Jesus tenha morrido na cruz. É preciso ainda que Sua morte seja aplicada sobre as almas, para que elas reencontrem a amizade de Deus, ou seja, tornem-se filhos d'Ele e tenham apagado o pecado original. Foi então para aplicar Seu Sangue derramado na cruz sobre nossas almas que Jesus instituiu esse sacramento.

Quando foi que Jesus instituiu o batismo?

Jesus o instituiu logo no início de Sua pregação, quando entrou no rio Jordão para ser batizado por São João Batista. O batismo de João não era um sacramento. Apenas quando Jesus santificou as águas do Jordão com Sua presença e que a voz do Pai se faz ouvir “"Este é meu Filho bem amado, em quem pus minhas complacências”, e que o Espírito Santo aparece sob a forma de uma pomba" (foi então uma visão da Santíssima Trindade), é que fica instituído o batismo.

Essa instituição é confirmada por Jesus quando Ele diz a Seus apóstolos: "Ide e ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Leia, na Bíblia, o Evangelho de São Mateus 3,13.

Matéria e forma

Jesus instituiu, então, o batismo e determinou que seria usada a água como matéria desse sacramento. Foi também Jesus quem determinou a forma: "Eu o batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém". O rito do batismo consiste, assim, em derramar água na cabeça da pessoa que vai ser batizada, ao mesmo tempo em que se diz a forma. Mas, só isso não basta. É preciso ainda que o ministro tenha a intenção de fazer o que faz a Igreja Católica no sacramento do batismo.

A Santa Igreja acrescentou também diversas orações preparatórias que completam a cerimônia. Quem já assistiu a um batismo sabe que o padre usa o sal bento, o óleo dos catecúmenos (o santo crisma), entrega a vela acesa aos padrinhos, veste a roupa branca no batizado e, principalmente, reza as orações contra o demônio, para que o pai da mentira nem se aproxime do batizado. Esse é o batismo católico, o único instituído por Jesus, o único capaz de nos tornar filhos de Deus.

O Ministro do Batismo

Normalmente, o ministro do batismo é um padre. É ele quem recebeu de Deus o poder de trazer a fé ao coração da pessoa batizada, tornando-a filha de Deus. No entanto, pode acontecer que seja preciso batizar às pressas alguém. Se não houver um padre por perto, qualquer pessoa pode batizar, desde que queira fazer o que a Igreja Católica faz no batismo, que use água e diga as palavras da forma do batismo.

Além da pessoa que está sendo batizada, do ministro que batiza, há também, na cerimônia, os padrinhos que seguram a criança. Normalmente, escolhe-se para padrinhos um homem e uma mulher. Eles devem ser bons católicos, pois a função dos padrinhos é dar o exemplo, ajudar os afilhados a aprender o Catecismo, a rezar, a conhecer e amar a Deus. São os padrinhos que respondem, no nosso lugar, as perguntas que o ministro faz durante a cerimônia.

Os efeitos do Batismo

O batismo nos dá, pela primeira vez, a graça santificante, que é a amizade e a presença de Deus no nosso coração. Junto com a graça recebemos o dom da fé, da esperança e da caridade, assim como todas as demais virtudes que devemos procurar proteger no nosso coração. O batismo apaga o pecado original, apaga os pecados atuais e todas as penas ligadas aos pecados, ele imprime na nossa alma o caráter de cristão, fazendo de nós, filhos de Deus, membros da Santa Igreja Católica e herdeiros do Paraíso, tornando-os capazes de receber os outros sacramentos. Por isso tudo, vemos que ser batizado é absolutamente necessário para a salvação. 

Matrimônio

O casamento cristão é um sacramento, um ato solene e público de uma união espiritual e física entre um casal, celebrado por consentimento mútuo e íntimo e com a intenção de que seja por toda a vida.

A celebração do casamento é um ato público e só pode ser realizado na presença de, no mínimo, duas testemunhas, em dia, hora e local previamente anunciados. A Igreja não realiza casamentos por procuração. Também não podem casar os já casados só no religioso e os impedidos na forma da lei civil do país.

RESERVA DE DATA E DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA A CELEBRAÇÃO:

A Celebração ocorrerá em horário e local a serem combinados. O agendamento ocorrerá mediante a assinatura do Termo de Compromisso, momento em que se apresenta o Sinal. O valor restante deverá ser apresentado ou depositado em até 15 dias antes do Casamento.

  • Realizamos casamento fora da igreja (em cerimonial e espaços de festas);
  • Celebramos casamento religioso com efeito civil;
  • Quanto a documentação civil, é de responsabilidade dos noivos.

PARA CASAMENTO RELIGIOSO COM EFEITO CIVIL

  • CERTIDÃO DE HABILITAÇÃO;
  • CERTIDÃO DE BATISMO;
  • CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O CASAMENTO;
  • CÓPIA DA CARTEIRA DE IDENTIDADE DOS NOIVOS;
  • CÓPIA DO COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA ATUAL;
  • DUAS (02) TESTEMUNHAS (maiores de 21 anos que estarão presentes à cerimônia religiosa e que não sejam os pais dos noivos!) Nome completo, Nacionalidade, Estado Civil, Profissão, Cópia do RG e Cópia de comprovante de residência.
  • Termo de Compromisso
  • Ficha de Casamento

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA DAR ENTRADA PARA CASAMENTO:

Para dar entrada na habilitação para o casamento, os noivos deverão dirigir-se ao cartório do subdistrito mais próximo de suas residências munidos dos seguintes documentos:

  • Fotocópias autenticadas da certidão de nascimento atualizada(mínimo 06 meses)
  • Fotocópia autenticada da certidão de casamento com a averbação do divórcio(se divorciado)
  • Fotocópia autenticada da certidão do casamento anterior (se viúvo)
  • Fotocópia autenticada da certidão de óbito do cônjuge (se viúvo)
  • Certidão de inventário (negativa ou positiva) do cônjuge(se viúvo)
  • Consentimento dos pais ou tutores(se for menor de 18 anos)

Nos casamentos realizados no religioso com efeito civil, os noivos terão o prazo MAXIMO de 30 (trinta) dias após a celebração na igreja, para retirar a certidão de casamento no cartório onde foi dado entrada nos documentos

Será um prazer para nós, efetuar a reserva do seu Casamento com até um ano de antecedência. 

Celebração de Bodas

Celebração de Bodas em Residência, Sítios e Buffet.

A palavra "boda" tem origem no latim, uma antiga língua europeia, e é uma derivação da palavra "voda" que significa "promessas". A comemoração for criada para celebrar os aniversários de casamento através da renovação dos votos. Não se sabe com certeza de onde surgiu, mas historiadores acreditam que as bodas de casamento surgiram nos pequenos vilarejos da Alemanha.

Era tradição nesses pequenos vilarejos que os casais que completasse 25 anos de de casados recebessem uma coroa de prata, e se chegassem aos 50 outra coroa de ouro. Com o passar das gerações, a tradição foi se modificando a medida que se espalhava para outras partes do mundo. Atualmente é comum a renovação dos votos todos os anos, e por isso, outros matérias foram inseridos na comemoração, como o papel e a perola. 

Tipos de Bodas


  1. Bodas de Papel
  2. Bodas de Algodão
  3. Bodas de Trigo ou Couro
  4. Bodas de Flores e Frutas ou Cera
  5. Bodas de Madeira ou Ferro
  6. Bodas de Perfume ou Açúcar
  7. Bodas de Latão ou Lã
  8. Bodas de Papoula ou Barro
  9. Bodas de Cerâmica ou Vime
  10. Bodas de Estanho ou Zinco
  11. Bodas de Aço
  12. Bodas de Seda ou Ônix
  13. Bodas de Linho ou Renda
  14. Bodas de Marfim
  15. Bodas de Cristal
  16. Bodas de Turmalina
  17. Bodas de Rosa
  18. Bodas de Turquesa
  19. Bodas de Cretone ou Água-marinha
  20. Bodas de Platina
  21. Bodas de Zircão
  22. Bodas de Louça
  23. Bodas de Palha
  24. Bodas de Opala
  25. Bodas de Prata
  26. Bodas de Alexandrita
  27. Bodas de Crisopázio
  28. Bodas de Hematita
  29. Bodas de Erva
  30. Bodas de Pérola
  31. Bodas de Nácar
  32. Bodas de Pinho
  33. Bodas de Crizo
  34. Bodas de Oliveira
  35. Bodas de Coral
  36. Bodas de Cedro
  37. Bodas de Aventurina
  38. Bodas de Carvalho
  39. Bodas de Mármore
  40. Bodas de Rubi ou Esmeralda
  41. Bodas de Seda
  42. Bodas de Prata Dourada
  43. Bodas de Azeviche
  44. Bodas de Carbonato
  45. Bodas de Platina ou Safira
  46. Bodas de Alabastro
  47. Bodas de Jaspe
  48. Bodas de Granito
  49. Bodas de Heliotrópio
  50. Bodas de Ouro
  51. Bodas de Bronze
  52. Bodas de Argila
  53. Bodas de Antimônio
  54. Bodas de Níquel
  55. Bodas de Ametista
  56. Bodas de Malaquita
  57. Bodas de Lápis Lazuli
  58. Bodas de Vidro
  59. Bodas de Cereja
  60. Bodas de Diamante ou Jade
  61. Bodas de Cobre
  62. Bodas de Telurita
  63. Bodas de Sândalo
  64. Bodas de Fabulita
  65. Bodas de Ferro ou Safira
  66. Bodas de Ébano
  67. Bodas de Neve
  68. Bodas de Chumbo
  69. Bodas de Mercúrio
  70. Bodas de Vinho
  71. Bodas de Zinco
  72. Bodas de Aveia
  73. Bodas de Manjerona
  74. Bodas de Macieira
  75. Bodas de Brilhante ou Alabastre 
  76. Bodas de Cipestre
  77. Bodas de Alfazema
  78. Bodas de Benjoim
  79. Bodas de Café
  80. Bodas de Nogueira ou Carvalho
  81. Bodas de Cacau
  82. Bodas de Cravo
  83. Bodas de Begônia
  84. Bodas de Crisântemo
  85. Bodas de Girassol
  86. Bodas de Hortênsia
  87. Bodas de Nogueira
  88. Bodas de Pêra
  89. Bodas de Figueira
  90. Bodas de Álamo
  91. Bodas de Pinheiro
  92. Bodas de Salgueiro
  93. Bodas de Imbuia
  94. Bodas de Palmeira
  95. Bodas de Sândalo
  96. Bodas de Oliveira
  97. Bodas de Abeto
  98. Bodas de Pinheiro
  99. Bodas de Salgueiro
  100. Bodas de Jequitibá 

É comum que depois dos 15 anos, os casais comecem a renovar seus votos matrimoniais apenas de 5 em 5 anos.

Existem várias formas de comemorar as Bodas de Casamento, muitos casais comemoram em festas e viagens. Independente de onde é feita a comemoração, o importante é mostrar para a pessoa amada que as promessas feitas no casamento eram verdadeiras.

Unção aos Enfermos

O sacramento da unção dos enfermos une intimamente o doente a Cristo

No ritual da unção dos enfermos, encontra-se a seguinte petição a Deus: "Por esta santa unção e pela Sua infinita misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo, para que, liberto dos teus pecados, Ele te salve e, na Sua misericórdia, alivie os teus sofrimentos". Essa oração contém o objeto central desse sacramento, ou seja, confere a ele uma graça especial, que une mais intimamente o doente a Cristo.

Jesus veio para revelar o amor de Deus. Frequentemente, faz isso nas áreas e situações em que nos sentimos especialmente ameaçados em função da fragilidade de nossa vida, devido a doenças, morte etc. Deus Pai quer que nos tornemos saudáveis no corpo e na alma, e reconheçamos nisso a instauração do Seu Reino. Por vezes, só com a experiência da enfermidade percebemos que precisamos do Senhor mais do que tudo. Não temos vida, a não ser em Cristo. Por isso, os doentes e os pecadores têm um especial instinto para perceber o que é essencial.

No Antigo Testamento, o homem doente experimenta os seus limites e, ao mesmo tempo, percebe que a doença está ligada misteriosamente ao pecado. Os profetas intuíram que a enfermidade poderia ter também um valor redentor em relação aos próprios pecados e aos dos outros. Assim, a doença era vivida diante de Deus, do qual o homem implorava a cura. No Novo Testamento, eram os enfermos quem procuravam a proximidade de Jesus, tentando "tocá-Lo, pois d'Ele saía uma força que a todos curava" (Lc 6,19). A compaixão de Jesus Cristo pelos doentes e as numerosas curas de enfermos são um claro sinal de que, com Ele, chegou o Reino de Deus e a vitória sobre o pecado, o sofrimento e a morte. Com a Paixão e Morte, o Senhor dá um novo sentido ao sofrimento, o qual, se for unido ao d'Ele, pode ser meio de purificação e salvação para nós e para os outros.

Curar os enfermos

A Igreja, tendo recebido do Senhor a ordem de curar os enfermos, procura pôr isso em prática com os cuidados para com os doentes, acompanhados da oração de intercessão. Ela possui, sobretudo, um sacramento específico em favor dos enfermos, instituído pelo próprio Cristo e atestado por São Tiago: «Quem está doente, chame a si os presbíteros da Igreja e rezem por ele, depois de o ter ungido com óleo no nome do Senhor» (Tg 5,14-15).

Dessa forma, o sacramento da unção dos enfermos pode ser recebido pelo fiel que começa a se sentir em perigo de morte por doença ou velhice. O mesmo fiel pode recebê-lo também outras vezes se a doença se agravar ou, então, no caso doutra enfermidade grave

A celebração desse sacramento, se possível, deve ser precedida pela confissão individual do doente. A celebração desse sacramento consiste essencialmente na unção com óleo benzido, se possível, pelo bispo, na fronte e nas mãos do enfermo (no rito romano ou também noutras partes do corpo segundo outros ritos), acompanhada da oração do sacerdote, que implora a graça especial desse sacramento. Ele só pode ser administrado pelos sacerdotes (bispos ou presbíteros).

Perdão dos pecados

Esse sacramento confere uma graça especial que une mais intimamente o doente à Paixão de Cristo, para o seu bem e de toda a Igreja, dando-lhe conforto, paz, coragem e também o perdão dos pecados, se ele não puder se confessar. Consente, por vezes, se for a vontade de Deus, também a recuperação da saúde física do fiel. Em todo caso, essa unção prepara o enfermo para a passagem à Casa do Pai. Por isso, concede-lhe consolação, paz, força e une profundamente a Cristo o doente que se encontra em situação precária e em sofrimento; tendo em vista que o Senhor passou pelas nossas angústias e tomou sobre Si as nossas dores.

Muitos doentes têm medo desse sacramento e adiam-no para o fim, porque pensam se tratar de uma espécie de "sentença de morte". No entanto, é o contrário disso: a unção dos enfermos é uma espécie de "seguro de vida". Quem, como cristão, acompanha um enfermo deve libertá-lo desse falso temor. A maior parte das pessoas que está em risco de vida tem a intuição de que nada mais é importante nesse momento do que a confiança imediata e incondicional Àquele que superou a morte e é a própria vida: Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador.

Exéquias

O Catecismo da Igreja Católica nos ajuda a compreender o que são as exéquias

A palavra exéquias provém do verbo latino exsequi, que significa "seguir" e refere-se ao cortejo fúnebre que segue o corpo do defunto até o túmulo. Para entender o significado cristão disso, encontramos uma profunda explicação das exéquias no Catecismo da Igreja Católica. A primeira parte do Catecismo nos apresenta as verdades da fé, o Credo. A segunda parte se refere à Celebração do Mistério Cristão; a terceira parte à moral cristã, definida como "vida em Cristo"; e a última parte à oração cristã (na qual se destaca o comentário sobre o 'Pai-Nosso').

Reflexões

Destacam-se, a seguir, algumas reflexões do Catecismo sobre as Exéquias.

Antes de tudo, há um item sobre "A última Páscoa do cristão". Aqui, lembra-se que a Morte e a Ressurreição de Cristo revelam para nós o sentido da nossa morte: o cristão que morre em Cristo Jesus "abandona este corpo para ir morar junto do Senhor" (2 Coríntios 5,8).

A Igreja, como mãe, acompanha o cristão no termo da sua caminhada para entregá-lo 'nas mãos do Pai'. Em seguida, fala-se explicitamente sobre "A celebração das exéquias".

Onde acontecem as Exéquias?

A Celebração das Exéquias, aqui no Brasil, acontece, frequentemente, em três lugares: o velório municipal, onde os parentes recebem os amigos do falecido; o cemitério, onde se sepulta o corpo do falecido; e a Igreja onde se celebra a Missa do sétimo dia.

Nesses três lugares, muitos cristãos escutam a Palavra de Deus, especialmente os Evangelhos, e rezam. A Palavra nos transmite o sentido da morte para o cristão, como acima lembrado. E a oração expressa a nossa fé na "comunhão dos santos". "Santos" são os santificados pelo batismo, que procuram viver sua fé de maneira coerente. A morte não nos separa dos falecidos: nós permanecemos "em comunhão" com eles. Eles estão em Deus e rezam por nós; e vice-versa. Na vida presente, muitas vezes, a fé é misturada com pecados de fraqueza e egoísmo, que, mesmo assim, não rompem de maneira radical a comunhão com Deus e com os irmãos. Então, logo após a morte, os cristãos vão completar sua conversão: e aqui encontramos a fé católica na existência do Purgatório. Vivos e falecidos permanecem, pois, unidos, e rezam reciprocamente uns pelos outros, para que a conversão total a Cristo seja completa.

A esse respeito, é bom lembrar a origem da palavra "cemitério". Na língua grega koimeterion significa "lugar de repouso", dormitório. Sim, mas quem vai dormir, depois do descanso, levanta. E nós levantaremos, no dia da ressurreição: para viver com Cristo, que destruirá a morte para sempre. A palavra "cemitério" aponta, pois, para o sentido profundamente cristão da morte.

Quanto à Missa de sétimo dia, é importante lembrar que a Eucaristia é a celebração mais solene dos cristãos, na qual anunciamos a morte do Senhor que ressuscitou, que nos ressuscitará e está presente na Eucaristia como semente de ressurreição. Podemos, então, afirmar que este é o "momento forte" das exéquias cristãs.

Nos três lugares das exéquias, nós cristãos somos chamados a ser missionários, quer dizer, anunciadores da morte-ressurreição de Cristo, que dá um novo sentido à vida e à morte. As exéquias são, pois, um "momento de graça" para renovar a nossa fé e para proclamá-la.

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